O Controle de Perdas em Sistemas de Abastecimento de Água é um dos aspectos mais importantes para a utilização racional e eficiente dos recursos naturais e das instalações existentes para seu melhor aproveitamento.
Devido à escassez de recursos financeiros da área federal, as empresas de saneamento estão procurando solucionar este problema com ações locais, buscando tecnologia no mercado para reduzir suas perdas.
A ENOPS ENGENHARIA tem se destacado neste mercado devido ao seu pioneirismo e larga experiência em todo mercado brasileiro com inúmeros trabalhos realizados para diversas companhias de saneamento municipais e estaduais.
Os projetos e investimentos se concentravam, em geral, nas ampliações da capacidade de produção e distribuição, incluindo-se na composição das demandas, os elevados índices de perdas sem que fossem questionados os parâmetros vigentes de operação e controle das diversas unidades operacionais dos sistemas.
Atualmente, com o desgaste gradual dos recursos hídricos e as limitações impostas aos recursos financeiros disponíveis, o controle operacional assumiu a mais alta prioridade.
A parcela, não contabilizada de volume de água potável fornecida a um sistema de abastecimento, denominado genericamente como “perdas”, resulta basicamente de três origens:
· Vazamentos em diversas partes do sistema como adutoras, redes de distribuição, ramais prediais, etc;
· Erros de medição, seja da falta de manutenção, imprecisão ou falta de sensibilidade dos medidores a vazões muito pequenas, ou de métodos inadequados de medição;
· Fornecimento não faturado, seja por uso clandestino, erro na avaliação de consumo (usuário sem medidor), etc.
Um programa de controle e redução de perdas envolve basicamente quatro tipos de ações:
· Medidas preventivas, visando evitar a ocorrência de perdas, especialmente vazamentos, atuando sobre suas causas potenciais: critérios de projeto que contemplam equipamentos de controle de pressão, especificações para materiais, especificações para manutenção de equipamentos, etc;
· Detecção de vazamentos,abrangendo basicamente dois aspectos: a medição e a prospecção.
· Ações corretivas, através de normas e procedimentos de manutenção de redes, dimensionamento adequado de medidores de acordo com o consumo do usuário e a qualidade da água, otimização de consumos operacionais em lavagem de reservatórios, limpezas e desinfecção de redes, descargas sanitárias, etc;
· Otimização de sistema comercial com a redução das ligações clandestinas, manutenção dos hidrômetros, controle absoluto de áreas, faturamento adequado dos grandes consumidores, etc.